terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O que é Comportamento Verbal?

Qual é a concepção tradicional da linguagem?
Segundo N. F. Dronkers, S. Pinker, A. Damasio (2000) in Principles of Neural Science é a habilidade de codificar idéias em sinais para comunicação a outra pessoa. E é a parte mais acessível da mente.

O que é Comportamento Verbal?Segundo Skinner a linguagem deve ser vista como comportamento e especificamente como operante. “O comportamento verbal é modelado e mantido por um ambiente verbal - por pessoas que respondem ao comportamento de certo modo por causa das práticas do grupo do qual são parte. Essas práticas e a interação resultante entre o falante e o ouvinte abarcam o fenômeno que está sendo considerado aqui sob a rubrica de comportamento verbal.”( Skinner, 1957, p. 226 ).

Quais características são necessárias para definir o Comportamento Verbal?a) É estabelecido e mantido por reforçamento.
b) reforçamento é mediado pelo comportamento ouvinte.
c) requer um falante e um ouvinte: episódio verbal.
d) reforçamento mediado requer que o ouvinte tenha sido especificamente treinado para reforçar o falante (“entendê-lo”; emitir respostas funcionalmente relacionadas. )

Dê um exemplo de Comportamento Não Verbal e de Comportamento Verbal?1) Não Verbal: OE (Homem com sede); SD (bebedouro); Resposta (vai até o bebedouro e enche o copo); Consequência (copo com água, ingestão de água).
2)Verbal: OE (Homem com sede); SD (ouvinte); Resposta (pede um copo de água); Conseqüência (copo com água, ingestão de água).

O que controla o dizer?
Segundo Ribeiro (1989) as variáveis controladoras de um relato verbal envolvem:
a) História de reforçamento para a correspondência relato-contingência.
b) História de reforçamento de conteúdos de relatos, independentemente de sua correspondência com as contingências.
c) Reforçamento atual (ou modelagem do comportamento verbal) pelo ouvinte.

Relatos verbais são sempre tatos?
Se há história de reforçamento para a correspondência relato-contingência, ou para o controle do relato por eventos, objetos ou propriedades de eventos e objetos dizemos que o relato é um tato.

O que é um tato?
"Um tato pode ser definido como um operante verbal no qual uma resposta de uma dada forma é evocada (ou pelo menos fortalecida) por um objeto ou evento”“ (Skinner,1957.p.81-82). O evento pode ser a condição corporal sentida. “Há dois importantes tipos de estímulos controladores que são usualmente não-verbais. Um deles...A audiência... O outro é nada menos do que todo o ambiente físico - o mundo das coisas e eventos sobre os quais o falante “fala sobre”. O comportamento verbal sob o controle de tais estímulos é tão importante que é freqüentemente tratado com exclusividade no estudo da linguagem e teorias do significado.” “...O termo carrega uma sugestão mnemônica do comportamento que “faz contacto com” o mundo físico.” ( Skinner, 1957.p.81). “Uma dada resposta especifica uma dada propriedade de um estímulo. Isto é a “referência” na teoria semântica.”(Skinner,1957.p.83).
Os Tatos e o controle de estímulos - “...quando falamos sobre tatear, estamos apenas falando sobre o controle do estímulo, sobre como ele se insere no comportamento verbal....” (Catania, 1999, p.261). Emitir tatos sobre sentimentos envolve estar sob controle de estímulos privados. Nem sempre relatos verbais sobre eventos privados, sobre sentimentos, por exemplo, são tatos. Podem ser mandos.

O que são tatos auto–descritivos?“O comportamento verbal auto-descritivo é de interesse especial por muitas razões. Apenas através da aquisição de tal comportamento o falante torna-se “consciente” do que ele está fazendo ou dizendo e porquê…”(Skinner, 1957, p.139 ).

O que são tatos extendidos?
“Controle de estímulos não é, de nenhuma forma, preciso. Se uma resposta é reforçada numa dada ocasião ou classe de ocasiões, qualquer aspecto dessa ocasião ou que seja comum àquela classe parece ganhar alguma medida de controle” (p.91) Tatos sobre sentimentos não são precisos. Em geral são tatos extendidos.

Há tatos sobre sentimentos? O controle de estímulos é impreciso?
“O que sentimos são condições corporais e o que dizemos sobre o que sentimos não é o próprio sentir...e o dizer, tanto quanto o sentir, são produtos de contingências de reforçamento, mais difíceis de serem identificadas quando o ouvinte não tem acesso ao fenômeno sobre o qual falamos.” ( Skinner, 1989, p.4 ). Portanto, dizer e sentir podem estar sob controle de contingências diferentes.E uma vez que os eventos públicos (que todos podem ter acesso) e privados (que só nós mesmos temos acesso) nem sempre coincidem, palavras para os sentimentos são ensinadas com menos sucesso do que as palavras para os objetos. Por isso, talvez, diz Skinner, que filósofos e psicólogos raramente concordem quando falam sobre sentimentos. “Nós podemos ensinar uma criança a nomear um objeto, por exemplo, apontando para o objeto, dizendo o seu nome e reforçando uma resposta similar emitida pela criança, mas não podemos fazer o mesmo com um estado corporal. Não podemos apresentar ou apontar para a dor, por exemplo...
“...Ao contrário, nós inferimos a presença da dor por algum correlato público. Podemos ver a criança ter uma dura queda, por exemplo, e dizer-lhe: “Isto deve ter doído. Podemos ver a pancada e o encolhimento e dizer: Dói em algum lugar? Nós estamos reagindo à pancada e encolhimento, mas a criança também sente um estímulo privado e pode dizer “machucou” quando acontecer de novo sem o correlato público (Skinner, 1989, p. 4 ).
“ ....as palavras que as pessoas usam para nos dizer o que sentem são adquiridas, como vimos, de pessoas que não sabiam exatamente sobre o que elas estavam falando...( Skinner, 1989, p.8 ).
“Tal análise tem uma importante relação com duas questões práticas: o quanto poderemos saber sobre o que alguém está sentindo? “O quanto o que é sentido pode ser mudado? (Skinner, 1989, p.8 ).

Há um papel das metáforas como origem dos tatos sobre sentimentos?“...todas as palavras para os sentimentos devem ter começado com metáforas, e é importante que a transferência tenha sido sempre do público para o privado. Nenhuma palavra teve ter sido originada como um nome de um sentimento...” (Skinner, 1989, p.8). Neste sentido é importante entender os tatos extendidos como extensão metafórica e entendimento dos sentimentos.
“Quando uma situação simplesmente evoca tatos não extendidos, o comportamento nos diz algo sobre a situação, mas muito pouco sobre o falante, mas as respostas metafóricas foram adquiridas sob outras circunstâncias, sobre as quais inferências podem, portanto,serem feitas.” (p.95).
“Contudo, não podemos ter certeza de que uma resposta é ou não um exemplo de extensão metafórica a menos que conheçamos a história do falante.” (p.94) “As expressões metafóricas de um dado falante ou escritor refletem os tipos de estímulos que mais freqüentemente controlam seu comportamento.”
Há algum exemplo clássico de Skinner de extensão metafórica?
Romeu diz para Julieta : “Você é o sol”. “No exemplo Julieta é o sol não é possível que uma similaridade física tenha sido estabelecida. Apenas para Romeu Julieta brilha... A extensão metafórica deve ter sido mediada por, digamos, uma resposta emocional que tanto o sol como Julieta evocaram nele.”
“Metáfora, assim definida, está próxima do “símbolo” Freudiano
.” (p.97).
“O comportamento verbal seria muito menos efetivo se as extensões metafóricas não fossem possíveis… podem fazer surgir respostas emocionais…” (p.97 )

Há outros exemplo de extensão metafórica?
1)“Soda limonada é como pés formigando” - Pés formigando/soda é igual a estimulação.
2) “ Meu pai é uma tenda.” - tenda/pai é igual a sensação agradável da cessação de estimulação aversiva.
3) “Minha mãe é uma panela de pressão” - Mãe/panela de pressão é igual a sensação desagradável de pressão e ameaça de explosão que é uma estimulação aversiva.

O que nos cabe enquanto analistas de comportamento sobre os relatos de sentimentos?
O que cabe ao analista de comportamento são as contingências de reforçamento sob as quais o sentir ocorre e as contingências verbais sob as quais ele é descrito. No caso dos sentimentos, o que é a condição sentida e o que ocorre no sentir deve ser deixado aos fisiologistas; o que cabe ao analista de comportamento são as histórias pessoais responsáveis pelas condições corporais que o fisiologista encontrará.... ( Skinner, 1989, p.11 ) e pelo dizer...

Por que as pessoas relatam o que sentem?
É uma boa indicação do que ocorreu com elas: a boa máxima de Skinner - não choramos porque estamos tristes e nem estamos tristes porque choramos; choramos e ficamos tristes porque algo aconteceu...É uma boa indicação do que elas poderão fazer...predisposição para o agir....
Mas para o analista será necessário saber das condições que produziram o sentir e medidas da probabilidade do fazer: olhar para a história do indivíduo.

Em que condições o tato de sentimentos ocorre?
1) Os cognitivistas dizem que relatamos medo em situações de medo...Mas estudos experimentais de analistas de comportamento ( Hineline, Catania...) descobriram que os relatos são mais relativos a eventos públicos do que privados...Solicitados a relatarem sentimentos em situações emocionais passadas, as descrições eram muito menos sobre eventos privados do que eventos públicos, como detalhes das situações.
2) Situação: aula em que não havia sido previsto prova; professor distribui folhas de prova; quando o aluno lê, está escrito: isto não é uma prova; descreva os seus sentimentos quando você me viu distribuindo folhas de prova...
“a maioria das respostas consistiu em descrever a situação ou comportamentos verbais privados- “eu não pensei que haveria prova hoje”... Pensei que você havia se enganado e não me senti preparado para a prova.” As respostas que poderiam se referir a relatos de sentimentos foram globais ( “Entrei em pânico”), ou metafóricas, ao invés de literais : “Meu coração saiu pela boca e caiu no chão.” A discussão desses dados mostrou a limitação da linguagem dos sentimentos, mas mostrou também que é possível coletar dados verbais que são relevantes para estas questões.

Como o Comportamento Verbal muda o comportamento das pessoas? Muda o sentir?Questão importante para entender quais os processos envolvidos nas chamadas terapias verbais.
1) O comportamento verbal do terapeuta funciona como estímulo (SD) que pode mudar o comportamento do cliente (seguimento de regras). Kohlemberg e Tsai (1991)
2) O comportamento do terapeuta é dirigido para produzir mudanças no comportamento verbal do cliente: reforçar a descrição de relações funcionais entre os eventos ambientais e seus comportamentos. Aumentar o contacto com variáveis de controle.
3) As instruções podem modificar o comportamento do ouvinte em situações em que as conseqüências naturais são, por si mesmas, ineficientes ou são eficazes somente a longo prazo. As instruções não podem substituir as sutilezas de um contato direto com as contingências. O sentir é uma condição corporal diretamente experienciada. Instruções não mudam isto diretamente, mas apenas pelo aumento da probabilidade de contato com novas variáveis de controle – com novas contingências . (Salzinger e Schingler.)

Quanto há de comportamento verbal em um processo de terapia?Tal como as terapias existem hoje, grande parte delas são verbais; “ talk therapy”. O objetivo do terapeuta é que seu comportamento verbal e o do próprio cliente possam controlar a emissão de comportamentos não verbais fora da sessão. Há um objetivo, portanto, de que surja, como produto do processo terapêutico, uma relação de coerência entre o comportamento verbal trabalhado em sessão e o comportamento não verbal do cliente fora da sessão.

Há coerência entre comportamento verbal e não verbal como produto de formação de relações de equivalência?Uma das explicações para as correspondências entre comportamento verbal e não verbal é que elas acontecem por causa das relações bidirecionais entre o nosso próprio comportamento e as palavras que tateiam aquele comportamento (como na nomeação). Procedimentos que afetam um podem produzir mudanças no outro. O sentir pode estar ocorrendo junto e fazer parte da classe.( Dougher) é sentir o dizer. O aprendizado de TATOS é, portanto, importante para o aprendizado de correspondência verbal e não verbal.

Como é adquirido um tato?As topografias são adquiridas como ecóico (imitação) ou textual. O controle de estímulo é estabelecido por treino discriminativo e reforço diferencial. Neste sentido o SD evoca um Rcorreta que produz um SR. SD evoca uma Rincorreta que não produz SR.

De que modo a comunidade verbal provê reforço diferencial, se não tem acesso ao SD (porque ele é privado)?“A freqüência com a qual o ouvinte se engaja em uma ação efetiva em resposta ao comportamento na forma de Tato vai depender da extensão e acurácia do controle de estímulo no comportamento do falante... a “ crença” do ouvinte na honestidade do falante- na correspondência verbal e não verbal etc...” ( p.88.)

Dê um exemplo de um tato distorcido no cotidiano?
História de pescador. Há um Reforço contingente ao conteúdo e não à correspondência.

Dê um exemplo de um tato distorcido na clínica?Segundo Glenn (1983) Observação pobre. Exemplo:C. Quero sair do meu emprego.
T. Oh?
C. Não dá mais pra trabalhar com o meu chefe.
T. Como assim?
C. Ele me trata horrivelmente.
T. O que ele faz?
C. Hoje ele me deixou com tanta raiva que tive vontade de dar um soco nele.
T. O que ele fez?
C. Ele é um filho da puta desumano.
T. O que ele fez?
...
Obs.: O cliente pode nunca ter aprendido a tatear comportamento com precisão.

O que são Tatos Metonímicos?
Em vez de tatear o comportamento, tateiam condições que o acompanham: Condições emocionais, inclinação comportamental do cliente. Isso para produzir Reforço Positivo: simpatia, apoio social ou para evitar o aversivo: desvia atenção da parte do cliente no problema. Quando a rede social do cliente deixa de reforçar seu “coitadismo”, ele pode procurar o terapeuta como fonte de reforço para isso.

Mentira também é um tato distorcido, como ela ocorre?

Freqüentemente ela é reforçada negativamente.Ex: se o terapeuta pressiona o cliente para dizer os comportamentos do chefe, ele pode emitir resposta com a forma de tatos específicos, mas sem controle pelos estímulos relevantes. O controle é pela presença do terapeuta e pela pergunta.

Por que o cliente mentiria para o terapeuta, dificultando que este lhe ajude?
O cliente pode não querer estar na terapia, pode ir coagido. O cliente pode não querer ajuda, mas sim atenção, aprovação, simpatia. Pode ter uma história muito forte de punição, neste sentido o reforço negativo para mentir é alto. Por isso é importante o terapeuta como audiência não punitiva.

A Negação também é um tato distorcido, dê um exemplo?
Uma jovem mulher com três crianças pequenas procura o terapeuta chocada porque seu marido a abandonou. Ela diz: eu pensava que nosso casamento era perfeito. Porém, observação do comportamento do homem como marido de outra teria produzido, nela própria, tatos muito diferentes. Os eventos negados têm um efeito emocional, que o cliente não reconhece como relacionado aos eventos. A motivação para a negação é a punição inerente a tatear um evento temido.

O que é um mando?
É uma resposta verbal seguida por reforçamento característico - comando, desmando.

Como é adquirido?
Operante modelado por reforço específico.É adquirido muito cedo na história de desenvolvimento típico.

Por que o ouvinte reforça o mando? (o que reforça o ouvinte?)1) Ordem – reforço negativo
2) Pedido – o ouvinte já está motivado a atender o falante
3) Súplica – gera uma disposição emocional para atender
4) Conselho – implica reforço positivo para o ouvinte atender
5) Advertência – implica reforço negativo para atender
É importante salientar que o mando envolve contingências sociais complexas em relações de Autoridade ou poder e Reciprocidade.

O que são mandos inapropriados?
Segundo S. Glenn (1983) o comportamento manipulativo é um comportamento verbal que parece tato, mas funciona como mando. Ele pode ser efetivo com muitos ouvintes não assertivos ou habilidosos: O ouvinte não tem a opção de dizer “não”. A punição para mandos diretos pode fortalecer mandos manipulativos. Comportamento manipulativo é aversivo para ouvintes e freqüentemente resulta em contracontrole. O manipulador pode passar a evitar o ouvinte que reage agressivamente e procurar outra audiência, ou pode tornar-se mais hábil em manipular. Stes mandos produzem perturbação nas relações interpessoais.
O Comportamento de exigir tem taxa elevada de mandos de atenção, ajuda, elogio, dinheiro, etc.
Aversivo para o ouvinte e desadaptativo para o exigente. Substitui um repertório de comportamento produtivo e produz contracontrole e respostas aversivas do ouvinte.
Um exigente habilidoso faz um “fading in” de mandos em uma nova situação interpessoal. Traz a exigência também para a terapia: me ajuda! (Torne o mundo novamente bom pra mim, AGORA!)

O que é Autoclítico?
È um operante verbal que modifica a resposta do ouvinte a outro operante verbal. Ou seja pode ter uma causalidade múltipla. Força de uma resposta pode ser (geralmente é) função de mais de uma variável. Ou uma resposta pode combinar funções de diversos operantes verbais: pode, por exemplo, ter funções de tato e mando. Por exemplo - Estou com fome.Uma única variável (usualmente) afeta mais de uma resposta.
Descrevem a condição emocional ou motivacional do falante, mas para afetar o ouvinte não tanto quanto às informações que os acompanham, mas para enfatizar sua relação pessoal com o falante: “Fico feliz em dizer que... / preciso lhe dizer / detesto dizer / (exemplos relativos p.316) dizer sobre o sentir. Tem uma “Função fática” – “E aí?”, “Alô” / para começar conversas – “Bem...” Essas partes são especialmente arranjadas numa frase quando alguém diz algo.Essas partes tornam-se variáveis controladoras das partes que as companham.“The term autoclitic is intended to suggest behavior which is based upon or depends upon other verbal behavior.” (Skinner,1957, p.315).“O termo autoclítico é empregado para sugerir comportamento que é baseado em ou depende de outro comportamento verbal.”(Skinner, 1957, p.315).

O que CATANIA diria aos cognitivistas?
“ As implicações práticas disso é que pode ser mais fácil mudar o comportamento humano modelando aquilo que alguém diz, do que modelando aquilo que esse alguém faz...“ As terapias que fazem referências à modificação do comportamento cognitivo, ou à eficácia cognitiva, dizem modificar o comportamento do cliente pela mudança de suas cognições, mas isso é feito, de um modo geral, pela mudança do comportamento verbal do cliente.” ( Catania, 1999, p. 283 ).
O presente trabalho escrito tem apenas uma função didática.

Copyright © 2008 Reginaldo do Carmo Aguiar. Todos os direitos reservados.
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Reginaldo do Carmo Aguiar é psicólogo clínico comportamental, analista do comportamento e estudioso das Neurociências.
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Entrar em contato pelo e-mail: psicopoesia@yahoo.com.br.
Blog: www.psicopoesia.blogspot.com/.

6 comentários:

Anônimo disse...

Sou estudante de Psicologia, sou de Salvdor - BA.
Maravilhoso esse seu trabalhoo, me ajudou bastante!

Anônimo disse...

Também sou estudante de Psicologia, curso o 2 semestre. Acadêmica da Universidade Católica Dom Bosco/CG-MS.

Ótimo seu trabalho!
Muito obrigada pela ajuda.

milla mello disse...

Parabéns pelo excelente trabalho,
objetivo, claro e exclarecedor!!
Foi de grande valia para meu trabalho pela sua ojetivadde.
Academica de Psicologia IBMRLaureate RJ
Obrigada!!

Anônimo disse...

Excelente o seu trabalho. Obrigada por dividir conosco, estudantes de psicologia.
UFRB -Bahia

Vandiane SANTOS GOMES disse...

sou estudante de psicologia estou no 5º semestre, moro na cidade de Leme SP. maravilhoso este seu trabalho e me ajudou mto parabéns

Vandiane SANTOS GOMES disse...

parabéns pelo trabalho, me ajudou a esclarecer minha duvidas,sou estudante de psicologia estou no 5º semestre leme sp